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SUBSIDIO HERANÇA CONQUISTA E FÉ (11)
SUBSIDIO HERANÇA CONQUISTA E FÉ (11)

 

 

SUBSIDIO JOVENS A CONQUISTA DA HERANÇA 

MAURICIO BERWALD ESCRITOR PROFESSOR 

PALAVRA·CHAVE

Herança: Todo bem que se herda.

Definição de Herança

Aquilo que se herda; legado; posse; herdança; o que é transmitido por hereditariedade;Jur.,bens, direitos ou obrigações transmitidos por sucessão ou por disposição testamentária.Nm 14.24 Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua descendência a possuirá em herança.

 

HEBROM:

Se pronuncia HEE bruhn. Seu significado original é ALIANÇA.

  1. Hebrom (Nome de cidade) é uma cidade situada a uns 31 km a sudoeste de Jerusalém na estrada de Berseba. Embora a cidade esteja em um vale não profundo, ela está 927m de altura, acima do nível do mar, tornando-a uma das cidades "mais altas" na Palestina.

Originariamente era chamada em Gênesis 23:2 de Quiriate-Arba (cidade dos quatro), porque de acordo com a tradição judaica , perto dessa cidade encontra-se a caverna de Macpela, onde estão enterrados Adão, Abraão, Isaque e Jacó. Por isso o nome A Cidade dos Quatro. Lendo Números 13:22, somos informados pela Bíblia que Hebrom era uma cidade muito antiga, tendo sido construída antes de Zoã (Tanis) no Egito. Os 12 espias hebreus em sua missão de observar a Terra Prometida viram Hebrom.

A região de Hebrom é rica de história bíblica. Abraão gastou muito tempo em Manre na região de Hebrom. (Gn:13:18) Abraão estava vivendo em Manre quando seu sobrinho Ló foi capturado pela confederação dos reis. (Gn.14:1-13). Foi em Hebrom que Abraão teve seu nome mudado pelo Senhor - de Abrão para Abraão, que significa o pai de muitas nações. Foi em Hebrom que os anjos revelaram para Abraão que ele teria um filho,o qual se chamaria Isaque. (Gn.18:1-5) Mais tarde Sara, esposa de Abraão passou para o Senhor em Hebrom. (Gn.23:2) Em Hebrom, Abraão comprou uma caverna de Macpela para realizar o funeral de Sara, e torná-la o cemitério de sua família. (Gn.23:9)

Durante o período de conquista da terra prometida, Josué matou o Rei de Hebrom. (Js. 10:3-27). Hebrom foi também designada como uma das Cidades De Refúgio. (Js.20:7) Davi reinou durante seus primeiros 7 anos em Israel na cidade de Hebrom. (2 Sm.2:11) Depois ele estabeleceu Jerusalém como sua capital de governo.

Quando Absalão se rebelou contra seu pai Davi, ele tornou Hebrom seu quartel general. (2 Sm.15:7-12) O rei Roboão fortificou a cidade Hebrom para se proteger. (2 Cr.11:10-12) A descoberta de uma jarro que possuía um selo real, feito a mão que data do oitavo ou sétimo século A.C., testifica que Hebrom foi o depósito chave de alimento para o exército de Uzias, rei de Israel na época. (2 Cr.26:11)

 

  1. Hebrom (Nome de homem) era o terceiro filho de Coate, que era filho de Levi. (Êx.6:18) Levi deu origem à tribo dos levitas em Israel, tribo esta, que cuidava das coisas sagradas do Senhor no Tabernáculo e no Templo. Portanto Hebrom era um levita. Hebrom foi tio de Moisés, Arão e Miriam, que eram irmãos de Moisés. Seus descendentes eram chamados de hebronitas. (Nm.3:27)

 

CALEBE:

Filho de Jefoné (Nm 13.6). Um dos dozes espias que, um de cada tribo, foram enviados à terra de Canaã para examiná-la acontecendo este fato no segundo ano do Êxodo. Calebe representava a tribo de Judá. Ele e Josué foram os únicos que voltaram com boas notícias acerca do país que iam habitar, e esse seu otimismo desagradou tanto ao povo israelita, com medo de efetuar a conquista de Canaã, que por pouco não foram apedrejados. DEUS castigou a rebeldia do povo, determinando que, dos israelitas de vinte anos de idade para cima, apenas Josué e Calebe teriam permissão de entrar na terra prometida. Quando Calebe era de oitenta e cinco anos de idade, ele reclamou a posse da terra dos enaquins, Quiriate-Arba ou Hebrom, e a vizinhança do país montanhoso (Js 14). Ele expulsou de Hebrom os três filhos de Enaque, e deu a sua filha Acsa a seu sobrinho Otoniel (filho de seu irmão mais novo), como recompensa por ter tomado Quiriate-Sefer (isto é Debiri - Js 15.14 a 19 - Jz 1.11 a 15). Crê-se que Calebe era cananeu por nascimento, tendo sido a tribo dos quenezeus, à qual ele pertencia, incorporada na de Judá (Js 14.6,14).

 

Qual o testemunho de DEUS a respeito de Calebe?

Porém o meu servo Calebe, visto que nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o farei entrar a terra que espiou, e a sua descendência a possuirá. 

 

Primeiro DEUS chama Calebe de servo, ou seja, submisso, obediente, que reconhece o senhorio e o poder de DEUS.Segundo, outro espírito, que quer dizer espírito ligado a DEUS e não ao Diabo.Terceiro, perseverou, que quer dizer insistiu, lutou, arriscou sua própria vida para seguir a DEUS.

Quarto, DEUS promete colocar Calebe na própria Terra que espiou e desejou possuir.Quinto, as promessas de DEUS são para Calebe e sua descendência, pois a aliança abrange o cabeça da aliança (chefe de família) e sua descendência.

 

                  EM CADES-BARNÉIA (PRIMEIRA VEZ):

 

Relatório: (Nm 13:26-33), a maioria pessimista e sem fé levanta a incredulidade e o medo entre o povo. Josué e Calebe ficam fiéis a DEUS.

Rebeldes: (Nm 14:1-10), o povo queria levantar um capitão e apedrejar Moisés, Arão, Josué e Calebe, quando a nuvem da glória de DEUS apareceu

Ira de DEUS: (Nm 14:11,12), "com pestilência os ferirei e os rejeitarei e farei de ti povo maior do que este".

Intercessão de Moisés: (Nm 14:13-25), "conforme a tua palavra lhe perdoei", DEUS aceita a intercessão de Moisés, mas prevalece a suprema vontade de DEUS.

Geração condenada: (Nm 14:20-39; Hb 3:17-19), salvo Josué e Calebe, todos de vinte anos e para cima cairão no deserto sem entrarem na terra prometida.

 

Números 27-29. Depois da descrição fria e objetiva do que os espias descobriram em Canaã, estes versículos descrevem em termos mais coloridos a impressão que Canaã causou na maioria e o relatório que eles apresentaram a Moisés na presença da congregação, isto é, dos principais homens da nação (26; cf. 30). Um indício da atitude dos espias é dado nas suas primeiras palavras. Eles chamam Canaã de terra a que nos enviaste; geralmente, quando a terra é qualificada por uma cláusula relativa, é descrita como terra "que o Senhor lhes tem prometido dar," ou algo parecido (cf. 13:2; 14:16, 23, 30, 40; 15:2, etc.). Sempre que os espias descrevem a terra, eles evitam intencionalmente esta fraseologia (cf. 13:32). Eles continuam com uma animação aparentemente ainda mais positiva, dizendo que a terra verdadeiramente mana leite e mel (27) e mostram os frutos que colheram. Mas então, usando uma forte partícula adversativa porém (heb. 'epes kf; cf. Jz 4:9,11 Sm 12:14; Am 9:8), eles chamam atenção para os obstáculos que havia no caminho da conquista: o povo é forte (28: cf.18) e as cidades mui grandes e fortificadas (28: cf.19). E depois relacionam alguns dos habitantes da terra, os filhos de Enaque (28; cf.22). Os amalequitas, povo semelhante aos beduínos, viviam nas fronteiras meridionais de Canaã, e na península do Sinai (cf. Ex 17:8ss.; Nm 14:45; I Sm 15); os heteus viviam na região de Hebrom (Gn 23); os jebuseus em Jerusalém (Js 15:63; 11 Sm 5:6ss.); os amorreus também viviam nas montanhas, enquanto que os cananeus propriamente ditos viviam ao longo do litoral marítimo e nos vales. Os cananeus deram o seu nome a toda a região, e em algumas passagens quaisquer dos habitantes pré-israelitas de Canaã são chamados de cananeus (cf. 14:45; Gn 13:7). Estes detalhes em primeira mão a respeito dos moradores da terra deram ao relatório dos espias um toque de autoridade, e sem dúvida ajudaram a convencer o povo da impossibilidade da sua conquista. Mas ao mesmo tempo eles lançaram um desafio, indireta mas totalmente, às promessas divinas. Até este ponto a frase terra que mana leite e mel sempre estivera ligada com a promessa de que DEUS iria dar essa terra e seus habitantes, várias vezes mencionados aqui, a Israel (Ex 3:8, 17; 13:5; 33:3; Lv 20:24). Os espias questionam a exeqüibilidade dessa promessa. Eles consideram a presença dessas outras nações como um obstáculo intransponível à invasão, não como confirmação do propósito de DEUS.

Números 30-33. A tentativa de Calebe de acalmar o povo e reacender a sua fé nas promessas (subamos, possuamos, heb. 'ãlàh, yãras são palavras chave em Ex 3:8, 17; 33:3 e Lv 20:24) é imediatamente repelida pelos outros espias, com uma representação falsa e ainda mais ultrajante (31-33). Desta vez as palavras deles são cognominadas de "infamantes", o que significa não apenas que eles descrevem a terra como má, mas que as suas acusações contra ela são falsas. A sua alegação de que ela devora os seus habitantes (32), isto é, que eles tendem a morrer devido ao seu ambiente hostil (Lv 26:38; Ez 36:13), é falsa. Veja Levítico 18:25,28, onde se faz uma personificação semelhante da terra. Finalmente, eles voltam aos homens de estatura elevada, os filhos de Enaque, a quem eles descrevem com hipérboles fantásticas como Nefilins, isto é, os semi-deuses Que viviam na terra antes do dilúvio (Gn 6 :4). "Éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos, e assim também o éramos aos seus olhos." (33; cf. Is 40:22). Segundo a lei oriental antiga, aqueles que fizessem acusações falsas eram punidos recebendo a sentença que os acusados receberiam, se fossem condenados (Dt 19:16-19). Os espias haviam acusado falsamente a terra, de ser homicida; portanto, podiam esperar receber, eles mesmos, a pena de morte. Este princípio é posto em prática no resto da história. Os espias encontram morte súbita (14:37). O povo que aceita o falso testemunho da maioria, e não a evidência em contrário de Calebe e Josué, sofre de morte semelhante. O destino que eles temiam encontrar em Canaã, de fato Ihes sobrevém no deserto (14:3, 29-34).

O medo da maioria dos espias abate a fé dos demais, mas Josué e Calebe são homens de fé e rebatem o relatório funesto apresentado por eles..

JOSUÉ... E CALEBE. Tanto Josué como Calebe resistiram à opinião majoritária dos espias. Tendo como base do seu relatório um firme compromisso com DEUS e a plena confiança nas suas promessas a Israel, recusaram a admitir a decisão, por maioria esmagadora, do povo de DEUS mesmo arriscando suas próprias vidas com essa recusa (vv. 6-10). Esse evento crucial, na viagem de Israel no deserto, ensina-nos que não devemos admitir que a opinião da maioria, até mesmo da igreja, esteja sempre certa. Os crentes fiéis devem estar dispostos a ficar firmes à base da Palavra de DEUS, mesmo se a maioria estiver contra eles (ver 2 Tm 1.15).

13.32 INFAMARAM A TERRA.

A incredulidade dos dez espias tinha duas dimensões:

(1) a fidelidade que DEUS sempre demonstrara ao seu povo não levou esses dez homens a um relacionamento de lealdade com Ele, e

(2) não confiavam em DEUS, nem nas suas promessas a respeito do seu futuro (cf. Gn 15.18; 17.8; Êx 33.2). Sua falta de fé contrastava nitidamente com a fé que Calebe e Josué manifestavam.

 

O medo é uma constante atual na vida humana, sendo gerado principalmente pela falta de fé em DEUS, ou seja, na falta do crer no controle e poder de DEUS sobre tudo e sobre todos.

 

O Fruto Do ESPÍRITO - Fidelidade - o Fruto Da Confiança

 

A textual palavra "fé’, do original "pistis", aparece em cerca de 232 versículos do Novo Testamento. Hebreus, ao lado de Romanos (39 vezes), é uma das epístolas que mais utiliza o termo, totalizando trinta ocorrências, das quais, 23 referências diretas e uma indireta ocorrem somente no capítulo onze. Tiago usa o vocábulo dezesseis vezes e Gálatas dezenove. A ‘fé’ em Romanos diz respeito ao recebimento do Evangelho; em Gálatas, opõe-se à lei mosaica e, em Tiago, é associada às obras. Entretanto, para o escritor aos Hebreus, esta virtude é primeiramente prática, isto é, é exemplificada pelos personagens do Antigo Testamento. Hebreus 6.12 resume este fato: ‘para que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que, pela fé e paciência, herdam as promessas’. Dentro dos reais contextos da comunidade dos cristãos hebreus (retrocesso na fé cristocêntrica e desânimo em conseqüência das perseguições), manter-se confiante (v.35), paciente (v.36), fiel (v.38) e firme (39) conforme àqueles que suportaram as mesmas aflições, não era apenas um estímulo, mas uma necessidade. Portanto, a fé em Hebreus pode ser compreendida como fidelidade apesar da adversidade, perseverança no Evangelho e paciência até a vinda de CRISTO.

 

Peça a seus alunos para responderem o teste de fidelidade abaixo. Depois de responderem, distribua as folhas entre os alunos para que cada um interceda pelas necessidades de seu irmão. As folhas não devem ser assinadas.

1

 

COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO

A nossa fé constante e inabalável em DEUS confere-nos a certeza de que Ele cumpre sua Palavra no tempo próprio.

Para se ter Fidelidade é preciso ter fé e vice-versa; na bíblia a fé é o tema central, tendo como fim a salvação de todos os seres humanos. A fé é a expressão da fidelidade. Desde Gênesis 4, Abel apresentou sua oferta a DEUS e o Senhor a aceitou por sua fé ou fidelidade. (Hb 11.4). A partir daí DEUS vem procurando e encontrando, apesar de poucos, homens que se aproximam D'Ele por fé, dispostos a permanecerem fiéis em todas as situações advindas.

 

A FÉ DE CALEBE É LOUVÁVEL

 

OS SIGNIFICADOS BÍBLICOS DA FÉ

A fidelidade é uma característica de quem tem fé, ou seja, de quem recebeu o fruto do ESPÍRITO SANTO pela fé em DEUS, através do sacrifício de JESUS CRISTO.

A fé é um dom de DEUS (Rm 12.3; Ef 2.8; 6.23; Fp 1.29),  exclui a vanglória pessoal (Rm 3.27) e  a sua operação é pelo amor (Gl 5.6; I Tm 1.5; Fl 5).

     Na prática da vida como proteção a fé é compara a um escudo: "tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno" (Ef 6.16). Ou a uma couraça: "mas nós, porque somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; (I Ts 5.8).

      A fé produz: salvação (Mc 16.16; At 16.31; Rm 1.17); esperança (Rm 5.2); alegria (At 16.34; I Pe 1.8); paz (Rm 15.3); confiança (Is 28.16 com I Pe 2.6); ousadia na pregação (Sl 116.10 com II Co 4.13).

Quais são os tipos de fé e qual seu significado?

 

  1. A fé natural.

A fé pode ser confundida com a coragem. Todo ser humano já nasce pré-disposto a acreditar em coisas naturais, como cuidar de um animal selvagem, assentar-se em uma cadeira sem medo da mesma se quebrar, comer de uma comida sem temer que a mesma esteja contaminada, andar pelas ruas sem temer ser assaltado ou atropelado, entrar num automóvel ou avião ou trem, ou navio, ou outro meio de transporte, sem se preocupar com acidentes, etc...; não necessitamos no entanto de ter fé em DEUS para que exerçamos este tipo de fé. Esta fé é concedida por DEUS a todo o ser humano.

 

 

  1. A fé salvífica.

Não depende de nós, é dom de DEUS, é concedida por DEUS a todo aquele que se interessar pelo Mesmo.

Ef 2.8 Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de DEUS; 9 não por obras, para que ninguém se glorie.

 

  1. A fé ativa.

A fé que impulsiona o crente a continuar na luta do dia a dia, a dar bom testemunho e vencer as lutas contra Satanás. Esta fé é ativa porque é viva e produz trabalho na obra de DEUS.

At 20.21 Testifiquei, tanto a judeus como a gregos, que eles precisam converter-se a DEUS com arrependimento e fé em nosso Senhor JESUS. 22 "Agora, compelido pelo ESPÍRITO, estou indo para Jerusalém, sem saber o que me acontecerá ali. 23 Só sei que, em todas as cidades, o ESPÍRITO SANTO me avisa que prisões e sofrimentos me esperam.

 

  1. O dom espiritual da fé.

É a fé em ação, é crer que o impossível se torna possível porque DEUS assim o deseja. Este tipo de fé é necessária por exemplo na ressurreição de mortos, na operação de milagres ou maravilhas e nas diversas curas. Esta fé deixa o crente tranqüilo quanto ao milagre operante de DEUS e quando o crente vai fazer algo para DEUS já enxerga a manifestação do poder do ESPÍRITO SANTO antes mesmo que aconteça.

At 3. 6 Disse Pedro: "Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isto lhe dou. Em nome de JESUS CRISTO, o Nazareno, ande". 7 Segurando-o pela mão direita, ajudou-o a levantar-se, e imediatamente os pés e os tornozelos do homem ficaram firmes.

 

  1. O fruto da fé (fidelidade).

Esta fé implica em ser fiel a DEUS ainda que nos custe a vida. É sempre ter em mente a fidelidade a DEUS acima de qualquer outra autoridade ou poder.

At 20.24 Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão-somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor JESUS me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de DEUS.

 

  1. A fé como crença.

É iniciar uma nova vida com DEUS agora como centro. é ter agora alguém a quem consultar sempre nas horas que precisamos tomar decisões que podem mudar todo o nosso futuro.

Gl 2.20 Fui crucificado com CRISTO. Assim, já não sou eu quem vive, mas CRISTO vive em mim. A vida que agora vivo no corpo{4}, vivo-a pela fé no filho de DEUS, que me amou e se entregou por mim.

 

  1. a) Fé intelectual: é a edificação da fé sobre informações recebidas conforme Rm 10.17: "Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de CRISTO."
  2. b) Fé emocional: Na parábola do bom semeador (Mt 13.20-221), a semente que caiu nos lugares rochosos correspondem aos que parecem arrependidos, mas não se acham alicerçados na fé ocorre que "mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e sobrevindo a angústia e a perseguição por causa da palavra,

logo se escandaliza"

  1. c) Fé Volitiva: É a fé determinada pela vontade, é a que atinge o âmago da personalidade, a sede da vontade. Vai além da religiosidade, é a fé pela fé, envolvendo fidelidade, obediência e crer.

Podemos confiar plenamente em DEUS tendo a fé genuína como base, ou seja tendo a fé em DEUS. Ter fé em DEUS é uma ordem do Senhor JESUS CRISTO: "Respondeu-lhes JESUS: Tende fé em DEUS" (Mc 11.22).

      Resumidamente podemos definir que fé é a certeza das coisas esperadas (Hb 11.1). É a convicção das coisas não vistas (Hb 11.1), sendo uma exigência de DEUS (Mc 11.22; I Jo 3.230).

 

 

OS SIGNIFICADOS DE FIDELIDADE

“E creu ele no Senhor, e foi-lhe imputado isto por justiça” (Gn 15.6).

PRIMEIRO CREU NAQUILO QUE NÃO VIA E ESPEROU RECEBER, ENTÃO OU POR CAUSA DISSO DEUS O JUSTIFICOU, OU SEJA DECLAROU QUE ERA JUSTO.

E CREU... E FOI-LHE IMPUTADO ISTO POR JUSTIÇA. Pela primeira vez nas Escrituras, a fé e a justiça são mencionadas juntas.

 

  1. No Antigo Testamento.

(A) No AT, a fé tinha um duplo aspecto:

(a) confiança em ou dependência de , e

(b) lealdade a ou fidelidade . O termo crer aqui, (hb. aman), significa perseverar confiando e crendo, evidenciando isso mediante uma fidelidade obediente. Era esse o tipo de fé que Abrão tinha. Era um homem dedicado a DEUS, sempre confiante, obediente e submisso.

(B) DEUS viu a fé sincera de Abrão expressa naquela atitude e lha imputou por justiça. O termo justiça significa estar num relacionamento correto com DEUS e com sua vontade (6.9; Jó 12.14ss.). Além disso, DEUS fez um concerto com Abrão, mediante o qual DEUS tornou-se o seu escudo e galardão (v. 1), Abrão ia ter muitos descendentes (v. 5) e também a promessa da terra (v. 7)

Abraão também compartilhou de íntima comunhão com o Senhor. Pense na maneira pela qual o próprio DEUS descreveu o relacionamento com esse homem: “Abraão, meu amigo” (Isaías 41:8). Igualmente, o Novo Testamento nos diz: “Abraão creu em DEUS...e: foi chamado amigo de DEUS” (Tiago 2:23).

Que incrível recomendação, ser chamado amigo de DEUS. A maioria dos cristãos tem cantado o conhecido hino “Em JESUS Amigo Temos”. Estas passagens bíblicas nos trazem esta verdade com poder. Ter o Criador do universo chamando um homem de Seu amigo parece além da compreensão humana. Porém isso aconteceu com Abraão. É um sinal da grande intimidade deste homem com DEUS.

Em hebraico a palavra aqui usada por Isaías para amigo quer dizer afeição e proximidade. E em grego, a palavra que Tiago usa para amigo quer dizer aliado querido e próximo. Ambas implicam em intimidade profunda.

 

O Resultado da Proximidade com DEUS

Não É Só Uma Afeição Íntima pelo Senhor,

Mas Também um Desapego Progressivo Por Este Mundo.

Quanto mais nos aproximamos de CRISTO, maior se torna nosso desejo de viver inteiramente em Sua presença. E mais, começamos a ver mais claramente que JESUS é o nosso único fundamento real.

A Bíblia diz que Abraão “aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual DEUS é o arquiteto e edificador” (Hebreus 11:10). Para Abraão, nada nesta vida era permanente. As escrituras dizem que o mundo era um “lugar estranho” para ele. Não era um lugar para se fincar raízes.

Contudo Abraão não era nenhum místico. Ele não era um ascético que adotava um aspecto beatificado e vivia confuso espiritualmente. Era um homem com vida terrena, profundamente envolvido em negócios. Afinal de contas, era o proprietário de milhares de cabeças de gado. E tinha servos em número suficiente para formar uma pequena milícia. Abraão devia ser um homem ocupado, dirigindo os servos e comprando e vendendo gado, ovelhas e bodes.

Porém ainda assim, a despeito de seus tantos negócios e responsabilidades, Abraão achava tempo para intimidade com o Senhor. E porque andava perto de DEUS, ele ia ficando cada vez mais insatisfeito com esse mundo. Abraão era rico, próspero, com muitas coisas boas para mantê-lo ocupado. Porém, nada nesta vida conseguia desviar a atenção dele do anseio pela pátria celestial no porvir. Cada dia, ele mais e mais ansiava se aproximar deste lugar melhor.

A pátria celestial pela qual Abraão ansiava não é literalmente um lugar. Antes, trata-se de estar no recôndito do Pai. Veja, no original, a palavra para esta expressão “pátria celestial”, é Pater. Vem de uma raíz significando Pai. Então, a pátria celestial que Abraão buscava era, literalmente, um lugar com o Pai.

O que isso significa para nós hoje? Significa que mudar para esta pátria celestial não é só chegar ao céu um dia no futuro. Trata-se de, a cada dia, desejar ardentemente experimentar a presença do Pai agora mesmo.

Hebreus diz que Abraão - morreu na fé (v. Hebreus 11). Se desapegou do espírito do seu tempo. buscava uma nova pátria. O mundo simplesmente não era o seu lar.  Porém, isso não quer dizer que ele ficou esperando até chegar ao céu para desfrutar da proximidade com o Pai. Pelo contrário, como peregrino passando por essa vida, ele continuou buscando a presença de DEUS. Nada no mundo conseguia fazê-lo parar de se mover à frente, buscando um caminhar mais profundo e íntimo com o Pai.

Através de seu fiel exemplo, este homens dizia: “Busco um lugar mais próximo do Pai. E este lugar está além do que este mundo tem a oferecer. Vejo com carinho as tantas e abençoadas dádivas que DEUS tem me dado em meus familiares, e amigos piedosos; nada no mundo poderia substituir o amor que tenho por eles. Mas sei que há um amor ainda maior, a ser experimentado com o Pai”.

Hebreus 11 fala de muitos outros cujo caminhar íntimo de fé agradou ao Senhor. Pela fé, estes servos forjaram grandes milagres, e fizeram muitas coisas impressionantes. E ao examinarmos suas vidas, vemos que eles também compartilharam de um mesmo denominador comum: todos abandonaram este mundo e seus prazeres, para andar intimamente com DEUS.

Será que você pode fazer a mesma reivindicação? Será que o seu coração anseia por andar mais próximo do Senhor? Será que está havendo uma insatisfação crescente em você com as coisas deste mundo? Ou, está o seu coração preso à coisas temporais?

 

  1. No Novo Testamento.

A palavra fé, no original do NT, significa plena persuasão ou certeza fundamentada no ouvir (Rm 10.17). Já em Mateus 23.23, está relacionada à confiança ou fidelidade.

É interessante observar que JESUS enfatizou ser a verdade e digno de toda confiança, ao introduzir suas declarações no Evangelho de João com a frase “na verdade, na verdade”, “em verdade, em verdade”, “digo-lhes a verdade” (Jo 1.51).

Assim, o fruto da fidelidade abrange as idéias básicas de integridade, fidelidade, lealdade, honestidade e sinceridade.

 

     No novo concerto, a bênção de DEUS e o relacionamento certo com Ele também são concedidos mediante a fé. Aqui está uma verdade fundamental no NT (Rm 4.3; Gl 3.6; Tg 2.23;). Abrão é, pois, o pai de todos os que crêem (Rm 4.11)

 

A FIDELIDADE DE DEUS

Hb 11.6,8 Sem fé é impossível agradar a DEUS

6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de DEUS creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam.

 

CREIA QUE ELE EXISTE. Este versículo descreve as convicções integrantes da fé salvífica.

(1) Devemos crer na existência de um DEUS pessoal, infinito e santo, que tem cuidado de nós.

(2) Devemos crer que Ele nos galardoará quando o buscamos com sinceridade, sabendo que nosso maior galardão é a alegria e a presença do próprio DEUS. Ele é nosso escudo e nossa grande recompensa (Gn 15.1; Dt 4.29; Mt 7.7,8; Jo 14.21).

(3) Devemos buscar a DEUS com diligência e desejar ansiosamente a sua presença e graça.

A fé agrada a DEUS porque não é materialista e é preciso haver um profundo desejo de acreditar mesmo sem ver.

 

A fidelidade é um atributo da Trindade. DEUS Pai é fiel (Dt 7.9; 1 Co 10.13); o Senhor JESUS é chamado “Fiel e Verdadeiro” (Ap 19.11); e o ESPÍRITO SANTO tem o mesmo atributo (fidelidade) (Gl 5.22, ARA).

 

OS PRINCÍPIOS DA FIDELIDADE

fi.de.li.da.de   sf   (lat fidelitate) 1 Qualidade de quem é fiel; lealdade. 2 Semelhança entre o original e a cópia. 3 Afeição constante: A fidelidade do cão. 4 Probidade. 5 Exatidão, pontualidade.

Unida a que e de que maneira nossa fé deve atuar em nosso viver?

  1. A fidelidade e o amor.

a.mor   sm   (lat amore) 1 Sentimento que impele as pessoas para o que se lhes afigura belo, digno ou grandioso. 2 Grande afeição de uma a outra pessoa de sexo contrário. 3 Afeição, grande amizade, ligação espiritual. 4 Objeto dessa afeição. 5 Benevolência, carinho, simpatia. 6 Tendência ou instinto que aproxima os animais para a reprodução. 7 Desejo sexual. 8 Ambição, cobiça: Amor do ganho. 9 Culto, veneração: Amor à legalidade, ao trabalho. 10 Caridade. 11 Coisa ou pessoa bonita, preciosa, bem apresentada. 12 Filos Tendência da alma para se apegar aos objetos. Antôn: aversão, ódio. sm pl 1 Namoro. 2 O objeto amado. 3 O tempo em que se ama.

Em Gálatas 5.6, lemos: “A fé que atua pelo amor” (ARA).

É pelo desabrochar do amor que a fé age, vencendo as artimanhas do Diabo e sendo fiel a DEUS. A fidelidade depende do amor a DEUS para seguir em frente.

 

  1. A fidelidade e o sofrimento.

so.fri.men.to   sm   (sofrer+mento2) 1 Ação ou efeito de sofrer; dor, padecimento. 2 Amargura. 3 Paciência, tolerância. 4 Desastre.

 

Quem quiser ser fiel a DEUS passará por sérios problemas com as pessoas que não desejam a salvação. A fidelidade a DEUS não é compreendida pelos que vivem materialmente, não discernindo nada espiritual.

1Co 2.14 Quem não tem o ESPÍRITO não aceita as coisas que vêm do ESPÍRITO de DEUS, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente. 15 Mas quem é espiritual discerne todas as coisas, e ele mesmo por ninguém é discernido; pois 16 "quem conheceu a mente do Senhor para que possa instruí-lo?" Nós, porém, temos a mente de CRISTO.

 

  1. A fidelidade e os votos (Ec 5.5).

vo.to 1   sm   (lat votu) 1 RelPromessa livre e deliberada feita a DEUS de alguma coisa que lhe é agradável, à qual nos obrigamos por religião. 2 Promessa solene; juramento. 3 Desejo sincero. 4 Oferenda feita em cumprimento de promessa anterior ou em memória e por gratidão de graça recebida. 5 Obrigação contraída em razão de promessa ou juramento. 6 Súplica ou rogativa a DEUS. 7 Modo de manifestar a vontade, num julgamento ou deliberação, em tribunal ou assembléia. 8 Ato ou meio de votar; sufrágio. 9 Opinião individual; juízo. V. absoluto, Ecles: aquele que permanece válido em qualquer circunstância.

 

Devemos votar e cumprir os votos, devemos comprar e pagar, devemos prometer e cumprir, devemos sonhar e realizar, devemos dar mais do que receber, devemos plantar e colher.

Sl 50.14 Ofereça a DEUS em sacrifício a sua gratidão, cumpra os seus votos para com o Altíssimo, 15 e clame a mim no dia da angústia; eu o livrarei, e você me honrará."

Sl 76.1 Façam votos ao SENHOR, ao seu DEUS, e não deixem de cumpri-los; que todas as nações vizinhas tragam presentes a quem todos devem temer.

 

  1. A fidelidade e a lealdade.

le.al.da.de   sf   ( leal+ dade) 1 Qualidade de leal; fidelidade. 2 Ação leal. Antôn: hipocrisia.

 Ser leal é ser fiel a uma lei, é obedecer sem discutir a uma norma real. A fidelidade tem tudo a ver com a lealdade, pois sem lealdade não há fidelidade.

Estes são dois conceitos que na verdade não consigo separar muito bem. Pra mim quem é fiel é leal, ou então é submisso. Logo fidelidade sincera depende de lealdade. E quem é leal é fiel, ou então é apenas um aproveitador. Logo, lealdade sincera depende de fidelidade.

Seja como for lealdade e fidelidade são muito mal interpretados desde longa data. Muitos confundem lealdade e fidelidade com ser “puxa-saco” ou com submissão.

Nós devemos ser leais e fiéis primeiramente ao DEUS de nossos corações e a nossa consciência. Devemos ser leais e fiéis aos nossos pais e ancestrais, pois a família é a “célula máter” da sociedade e honrá-la e respeitá-la é mostrar força de caráter e espírito de união. Todos nós possuímos uma crença ou religião própria e a esta também prestamos juramento de lealdade e fidelidade, geralmente porque nela encontramos valores e dogmas que são compatíveis com o que acreditamos, e por isso, este juramento antes de ser com o “Sacerdote” é com o  nosso “DEUS”.

 

  1. A fidelidade e a consistência.

con.sis.tên.cia   sf   (lat consistentia)

1 Estado ou qualidade de consistente.

2 Densidade ou coesão entre as partículas da massa de um corpo.

3 Dureza, espessura, fortaleza, solidez.

4 Estado de uma coisa que promete durar ou não ter mudança.

5 Perseverança

 

Ser consistente é ter propósito, é ser fiel  sempre sem nunca esmorecer. A persistência é uma qualidade de quem nunca desiste de ser fiel a DEUS.

Muitas pessoas sentem o peso da culpa por sua inconstância; nunca conseguem terminar um projeto: realizar o Culto Doméstico, devocionais, ler toda a Bíblia durante o ano, pagar o dízimo do Senhor, etc. Tomar decisões acertadas, e não mantê-las, é um tipo de deslealdade. Um autêntico cristão é fiel na freqüência à igreja, no cumprimento de seus compromissos e em seus tratos, e isso inclui deveres, dívidas, empréstimos, prazos, etc

 

  1. A fidelidade na mordomia cristã. Devemos ser fiéis à execução da obra de DEUS, sempre contribuindo para que o sucesso da Igreja leve multidões a CRISTO.

O fruto do ESPÍRITO quanto à fidelidade é essencial no ministério evangélico (2 Tm 1.14; 1 Co 4.2). Nesta última passagem, o que significa o “bom depósito” confiado aos cuidados dos mordomos de DEUS? Primeiro, é nossa responsabilidade partilhar o Evangelho de JESUS CRISTO com os outros (Lc 12.42). Devemos ser fiéis aos ensinos da Bíblia (1Co 4.6). Este tipo de fidelidade inclui a administração do tempo, dos talentos e das posses, pois, tudo é do Senhor.

 

 

CONCLUSÃO

A fidelidade como parte do fruto do ESPÍRITO é imprescindível ao cristão em seu relacionamento com DEUS, com os outros e consigo mesmo.

Através da fidelidade, tornamo-nos diferentes dos outros que não temem a DEUS. O Senhor está procurando os fiéis para andarem com ele e servi-lo (Sl 101.6).

A fidelidade de DEUS é uma bênção perene para o crente fiel, mas ela é ineficaz para com aqueles que resistem à sua graça (ver 2.13, 2 Tm 2.13).

 

Subsídio Bibliológico

“Fé e paciência são dois ingredientes inseparáveis para se tomar posse das promessas de DEUS. A fé nas promessas de DEUS é o estímulo para as conquistas dos nossos sonhos, especialmente, quando esses sonhos estão de acordo com a vontade de DEUS. Abrão já havia dado passos gigantescos na direção da vontade de DEUS. Ele havia aprendido a importância do caminho da obediência para a verdadeira felicidade, mas não pôde evitar as circunstâncias desse caminho. Fragilidade e fé são termos opostos na nossa peregrinação espiritual. Por natureza somos frágeis e suscetíveis às intempéries da vida. A fé é o elemento espiritual que nos capacita a reagir nos momentos de fraquezas. Abrão já havia vencido grandes reveses e, agora, depois de haver chegado à Terra Prometida de leite e mel não poderia deixar-se ofuscar pelo desânimo. Porém, se depara com uma terra seca e vazia, onde a fome se espalhava entre os seus habitantes. Esse caos na terra de Canaã ia de encontro à promessa de uma terra de ‘leite e mel’; um tempo de provações que expôs toda a fragilidade emocional de Abrão. Na vida cristã, quando empreendemos andar no caminho da fé, não imaginamos encontrar as dificuldades e adversidades desse caminho” (CABRAL, Elienai. Abraão: as experiências de nosso pai na fé. RJ:CPAD, 2002, p. 27-8).

 

Subsídio Histórico

"Calebe e sua herança Josué e o sacerdote Eleazar voltaram-se para a tarefa de delimitar os territórios designados às demais tribos Us 14.1-5).

Primeiro vieram os líderes de Judá, representado pelo ancião Calebe.Josué foi lembrado das promessas que Moisés fizera a Calebe de que este receberia uma parte da terra em que havia estado como espia do povo.

Isto, informou Calebe, havia acontecido a quarenta e cinco anos antes, quando ele estava com quarenta anos.

A missão de espionar a terra tinha se dado no segundo ano após o êxodo (1445 a. c.); logo, o lembrete de Calebe a Josué deve ser datado por volta de 1399, ou seja, sete anos após a conquista.

Quando os espias retornaram, Calebe usava a mesma força contra os mesmos gigantes, e foram-lhe da cidade de Hebrom e outras cidades dos anaquins. Anaquin de Hebrom deve 1 ter u di I a requisição Us 11.21,2 ; 1 .1 ·1 ;Jz 1.9-15)."

(M -RRI . H. História de Israel no Antigo Testamento. Rio de Janeiro: PAO, 200'1, p.133.)

 

Aplicação Pessoal

Na longa peregrinação da fé cristã, as promessas divinas assemelham-se ao oásis verdejante e de águas correntes que renova, refrigera e dá alento ao crente cansado. Todo o cristão que tem sua alma crestada pelo intenso calor das vicissitudes, encontra, nas promessas divinas, sombra e refrigério contra o estio intempestivo. É ali, à sombra do Altíssimo, que o viajante renova as forças de seu ânimo abatido (SI 91. 1). É o refúgio secreto daqueles que amam o Senhor e confiam incondicionalmente em suas santas, fiéis e preciosas promessas (SI 90.2). É a morada cercada pelos jardins da bondade e engastada nas fontes da misericórdia; o lar dos incansáveis e triunfantes peregrinos (SI 23.6).

"Senhor, tu tens sido o nosso refúgio, de geração em geração" (Sl 90.1 ).(NOTAS COMENT. BIBLICO , JK. GIL, DO AT)

FONTE http://www.mauricioberwald.com/