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A instituição da Família
A instituição da Família

                                       A instituição da Família

 

Em toda narrativa bíblica, quando o Todo-Poderoso decidiu fazer algo significativo, Ele formou uma equipe. O próprio Jesus, sendo Deus, poderia realizar qualquer coisa sem a cooperação de outros, entretanto preferiu convocar doze indivíduos para, juntos, anunciarem as Boas-Novas de salvação. Aliás, o próprio Deus é Triúno (Pai, Filho e Espírito Santo). Assim, quando o Eterno pensou na vida na Terra, resolveu estabelecer um projeto plural para o homem, o qual não deveria estar só. Por isso, criou Eva, não objetivando que ela fosse igual a Adão, uma concorrente, mas que o auxiliasse e o complementasse. Com o homem e a mulher Deus instituiu a família — o centro de todo o desenvolvimento dos seres humanos (Gn 1.28). O objetivo de Deus era que a sua presença, por intermédio da primeira família, se expandisse, pois nesse ambiente de preparação para a vida em sociedade, eles conheceriam o Senhor e aprenderiam os fundamentos espirituais, morais e sociais para a plena realização humana“Várias palavras expressando a ideia de família aparecem na Bíblia. No Antigo Testamento, o heb. bayith (lit., ‘casa’) pode significar a família que vive na mesma casa (por exemplo, 1Cr 13.14) e é frequentemente traduzido por ‘casa’ (por exemplo, Gn 18.19; Êx 1.1; Js 7.18). Mais frequentemente encontrado, é o termo heb. mishpaha com o significado de ‘parentesco’ (por exemplo, Gn 24.38-41), ‘família’ ou ‘clã’, usualmente com uma conotação mais ampla do que a do termo ‘família’ que usamos (por exemplo, Gn 10.31,32). O Novo Testamento usa o gr. oikia (‘casa’, ‘lar’, ‘os da casa’, por exemplo, Lc 19.9; At 10.2; 16.31; 18.8; 1Co 1.16) e oikiakos (‘membros do grupo familiar de alguém’, Mt 10.25,36)” (Dicionário Bíblico Wycliffe. RJ: CPAD, 2012, p.772)..

  1. UM PROJETO CHAMADO FAMÍLIA
  2. O problema de estar só. Há momentos em que o homem necessita ficar só. Isso, porém, não significa passar toda a sua vida isolado das outras pessoas. Adão, por exemplo, viveu sua fase de isolamento antes da chegada de Eva. Deus certamente queria que ele aprendesse algumas coisas. Aliás, em Lamentações 3.27,28 está escrito que “bom é para o homem suportar o jugo de sua mocidade; assentar-se solitário e ficar em silêncio; porquanto Deus o pôs sobre ele”. Assim, ficar sozinho durante alguns instantes para refletir sobre a vida, para orar, não significa viver em isolamento indefinidamente. Afinal, como dizia o poeta e pastor inglês John Donne, “nenhum homem é uma ilha”. Aliás, quando Deus viu o homem vivendo algum tempo sem companhia, afirmou que isso não era bom (Gn 2.18).

 

  1. A solução para quem está só. Adão tinha grandes responsabilidades no Éden (Gn 1.15), vivia confortavelmente, desfrutava de plena saúde, mas precisava de uma adjutora que lhe fosse idônea. E ninguém faz nada significativo estando só. Para resolver esse drama, o Senhor — enquanto Adão dormia — criou Eva e, após, trouxe-a para ele (Pv 18.22; 19.14). Isso nos revela uma verdade: é Deus quem dá o cônjuge. Esse foi o primeiro casamento. O Senhor sabia da necessidade de complementação e companheirismo que Adão tinha e criou uma estratégia perfeita, da própria substância de Adão, não do pó da terra, extraiu um novo ser. Havia, portanto, identidade entre eles. E, como se sabe, é preciso existir identidade (não igualdade) para haver complementariedade. Diz um sábio ditado africano: “Se quiser ir rápido, vá sozinho; se quiser ir longe, vá com alguém”. Isso serve perfeitamente para a vida em família. Para se ir longe, precisa-se seguir com alguém. E a família é a melhor companhia. A força da união familiar traz vida longa (Sl 128.3,6) e faz dos filhos flechas nas mãos do valente (Sl 127.4). Além de livrar o homem da solidão, a família pode levar o homem a conquistas impressionantes (Dt 32.30). Glória a Deus pelo seu plano maravilhoso.
  2. A vida a dois. Após um período solitário de espera, Adão foi presenteado com uma linda esposa. Eva complementava Adão física, emocional, intelectual e espiritualmente. No texto de Gênesis 2.23,24, pode-se perceber a alegria de Adão ao recebê-la. Ele agradeceu a Deus em forma de poesia, ao mesmo tempo em que fez uma declaração de amor eterno a Eva! Adão esperou em Deus (“dormia”) e isso valeu muito a pena. Você está disposto a esperar em Deus?
  3. EM QUE CONSISTE A FAMÍLIA
  4. A família é o ponto de convergência entre Deus e os homens. Paulo compara o casamento entre homem e mulher à união entre Cristo e a Igreja (Ef 5.23-32) e isso ele faz porque a família é o ponto de convergência entre céu e terra. A constituição da família, no Éden, realizou um novo milagre na criação humana. Deus, de um (Adão), fez dois (Adão e Eva) e, com o casamento, de dois o Senhor tornou a fazer um (Gn 2.24 — o casal). Assim, uma vez unidos matrimonialmente, eles voltaram a ser vistos pelo Senhor como “uma só carne”. Deus estava firmando uma aliança com eles e Ele mesmo faria parte daquilo (1Co 7.39). Sua glória estaria presente. A partir da família, Deus trataria com os homens. Afinal, todos os projetos significativos de Deus são plurais. Envolvem a formação de uma equipe. É, pois, através da família que o Senhor ordena a bênção ao mundo.

 

  1. A família é o campo de treinamento de Deus. Observa-se claramente nas Escrituras que a família é o campo de treinamento usado por Deus para preparar o ser humano para as experiências da vida. A família é o microcosmo da vida social (Êx 2.7-9,11,12; Jz 11.1-3,11). Analisando cuidadosamente, vê-se que as experiências vivenciadas no seio familiar são preparações para o viver em sociedade.Os conflitos familiares de José, por exemplo, foram indispensáveis para fazer dele um “sucesso” na casa de Potifar, na prisão e, por fim, no governo egípcio. A mesma coisa pode ser dita em relação a Isaque, Jacó, Davi, Paulo, eu e você. Que tal agradecer a Deus pela magnífica experiência de viver em família, mais especificamente, de viver na sua família?
  2. A família é a única possibilidade de realização total do homem. O rapaz e a moça jamais serão totalmente felizes se não estiverem em família. Deus mandou Jacó voltar para sua terra para poder reparar os erros do seu passado (Gn 31.3); o filho pródigo, também teve que retornar, a fim de curar as feridas familiares (Lc 15.17-19). De outra forma eles nunca seriam felizes, pois não existe felicidade solitária. Como o homem é um ser imperfeito, carente de complemento, ninguém conseguirá ser feliz fechando-se numa redoma de emoções egoístas. Como se sabe, não há peixes no mar morto porque ele apenas recebe água, mas nunca partilha o que tem. Em outras palavras, é preciso morrer para si mesmo, renunciar às paixões da alma, a fim de viver em prol de um projeto plural de Deus chamado família, para que o homem não fique só, parafraseando a ideia de Jesus em relação à semente (Jo 12.24). Da mesma forma que o crente não pode viver fora do corpo de Cristo, não existe realização pessoal total fora da família. Seja na casa dos pais, enquanto solteiro, ou no momento de criar um novo núcleo familiar, quando deverá ter o seu próprio espaço geográfico (casa), o jovem somente alcançará o centro da vontade de Deus se estiver vivendo em família, dentro dos princípios traçados pelo Senhor.
  3. ENSINAMENTOS RECEBIDOS NA FAMÍLIA

 

  1. É na família que se cresce enquanto ser humano. Nesse grande laboratório divino, o homem conhece a si mesmo. É ali que as aptidões são desenvolvidas. Jesus, certamente, tornou-se carpinteiro por causa da profissão de seu pai José. A mesma coisa deve ter acontecido com os filhos de Zebedeu, Tiago e João, que eram pescadores. Com o crescimento pessoal, aprende-se a ser forte, bem como a superar os obstáculos da vida. Esse processo aconteceu com João Batista (Lc 1.80), com Jesus (Lc 2.39,40,52) e também acontece com cada pessoa. Esse é o projeto de Deus.ara existir crescimento, porém, é necessário admitir as tensões. Se nos lares houvesse apenas “paz e amor”, as pessoas entrariam em choque com a realidade da vida “exterior”. Por tal razão, nas famílias sempre existem conflitos interpessoais. Alguns crônicos, outros não, pois é na ambiência da tempestade que as árvores fincam mais fortemente suas raízes no solo.

 

  1. É na família que aprendemos a depender dos semelhantes. É interessante como o bebê humano somente sobrevive se houver intervenção dos pais. Ele precisa aprender com outra pessoa a fazer quase tudo, diferentemente do que acontece com os animais irracionais, os quais, em regra, sobrevivem praticamente sozinhos, pois foram dotados de estrutura genética e psicológica distinta. Na família aprende-se o mandamento de que precisamos do outro para viver (Ec 4.9,10). Impressionante como Caim se esqueceu disso, pois em Gênesis 4.9 Deus perguntou a ele sobre Abel, ao que respondeu: “[...] não sei; sou eu guardador do meu irmão?”. Ele era exatamente o guardador de Abel, mas a rivalidade o cegara. Todos nós somos guardadores uns dos outros. Para isso Deus nos colocou em família.

 

  1. É na família que conhecemos a Deus. Deus estabeleceu a família como o primeiro lugar de adoração. Um lugar em que se conhece o Senhor (Dt 11.18,19; 2Tm 1.5; 3.15). O ponto de partida de Deus para a realização do seu projeto, que começou no Éden, é a família. Deus tratou também com a família de Noé, por exemplo, e salvou a raça humana da extinção. Com a linhagem (família) de Abraão e de Davi, Deus se fez conhecer e dela nasceu o Messias (Mt 1.1,2). É óbvio que hoje o homem moderno deturpou esse sentido original (2Tm 3.1-4). Muitas das famílias atuais levam as crianças a um total desconhecimento do Criador, ensinando mentiras, levando-as ao hedonismo e ao materialismo, porém cabe ao cristão fazer a vontade de Deus — ser um diferencial nesta geração. Talvez não se consiga, com isso, mudar a cosmovisão relativista da sociedade, nem suas práticas pecaminosas, mas certamente os fiéis serão um luzeiro na escuridão (Fp 2.15). E isso faz toda a diferença.

 

III. A CONSTITUIÇÃO FAMILIAR AO LONGO DOS SÉCULOS

 

  1. Família patriarcal. O modelo familiar com o passar dos tempos está sujeito a mudanças. Já tivemos a família patriarcal, monogâmica, consanguínea, etc. Todavia isso não altera o valor, a importância da família. A família patriarcal é um exemplo familiar onde é permitido ao homem ter diversas esposas. Este modelo é visto em todo Antigo Testamento, mas não era o molde determinado pelo Senhor. Deus o tolerou, porém esta nunca foi a sua vontade. No modelo de família patriarcal o pai (pater) era visto como o senhor da casa e da família. As esposas e os filhos não tinham liberdade de escolha, pois a palavra final era sempre do patriarca.

 

  1. A família nuclear (monogâmica). Este foi o modelo idealizado pelo Senhor: Um homem e uma mulher, unidos pelo matrimônio. A poligamia vai contra o princípio divino do marido e da esposa ser uma só carne (Gn 2.24; Mt 13.5).

 

  1. A família na atualidade. A família está inserida dentro de um contexto social e, portanto, sujeita a mudanças. Porém, os princípios divinos para as famílias são eternos e imutáveis (Mt 24.35). Os inimigos e desafios enfrentados pelas famílias na atualidade são muitos, todavia queremos destacar apenas os espirituais. Vejamos os principais inimigos da família na atualidade:

 

  1. a) A carne. Aqui, referimo-nos à “carne” como a natureza carnal que se opõe ao Espírito Santo e volta-se para tudo o que é contrário à vontade de Deus. Sabemos que há uma luta constante entre essas duas naturezas: a carnal e a espiritual. O apóstolo Paulo experimentou tal luta (Rm 7.15-24). Ela é tão intensa, que pode nos fazer pensar que não há como sair vencedor (Rm 7.24). Mas Deus, em Cristo Jesus, nos dá a solução. Ele nos livra “do pecado e da morte” (Rm 8.1,2). O apóstolo Paulo nos adverte: “Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne” (Gl 5.16). A família cristã precisa, na direção do Espírito, combater a natureza carnal. Assim, evitará o adultério, os vícios e todas as mazelas que visam destruí-la.

 

  1. b) O mundo. Diz-nos o apóstolo do amor: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” (1 Jo 2.15). Quanto a este ponto não há meio-termo: ou amamos a Deus ou amamos o mundo. Não há a mínima possibilidade de servimos a dois senhores (Mt 6.24). Saiba, pois, que existe vitória para quem escolher amar a Deus. E Ele dará vitória à nossa família a partir da fé que depositarmos nEle (1 Jo 5.4).

 

  1. c) O Diabo. A Palavra de Deus nos ensina uma única forma de vencermos o Maligno: “Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4.7). Se a família sujeitar-se a Deus e resistir o Diabo, este fugirá, pois o segredo da nossa vitória contra Satanás começa com a nossa submissão a Deus, para que depois, sim, possamos resistir ao Diabo. E quando resistirmos ao adversário, não nos esqueçamos de usar a “armadura de Deus” (Ef 6.10-17), em especial, “o escudo da fé”, com o qual poderemos “apagar todos os dardos inflamados do maligno” (Ef 6.16). A família cristã precisa verdadeiramente crer naquele que a criou e usar a sua Palavra para direcionar suas tomadas de decisões e sua vida espiritual.

 

                        “Criado para relacionamentos

 

[...] A Bíblia começa nos dizendo que Deus em afinidade — Pai, Filho e Espírito Santo — criou o homem e a mulher para uma vida de relacionamentos mútuos e com Ele (Gn 1.16,17). Ambos refletem a glória de Deus. O homem foi criado primeiro (Gn 2.7), seguido pela mulher, que foi tirada do homem (Gn 2.21-23). A mulher foi criada, porque Deus declarou: ‘Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele [ou seja, uma auxiliadora para satisfazer-lhe as necessidades]’ (Gn 2.18).

Mas que necessidade tinha Adão e com a qual não podia lidar no utópico Éden com seu ecossistema perfeitamente equilibrado e a atmosfera livre de substâncias tóxicas? Solidão! Solidão foi a primeira emoção que Adão teve com a qual não podia lidar [...].

Ainda que no frescor do dia Deus viesse conversar com Adão, este precisava de alguém como ele mesmo — outro ser humano —, com quem pudesse se comunicar durante o dia. A mulher não foi criada para ser objeto sexual. Antes, foi criada para ser ouvinte incentivadora e comunicadora dinâmica. Era tão fundamental esse relacionamento, que o casal recentemente formado foi instruído a ensinar seus filhos a deixar pai e mãe e apegar-se aos seus respectivos cônjuges (Gn 2.24)” (CARLSON, R. et al. Pastor Pentecostal: Teologia e Práticas Pastorais. 3 ed., RJ: CPAD, 2005, pp.35-6).

 

                     “O propósito ou missão do casamento, como Deus designou

 

Em um mundo onde tudo está se tornando relativo e a felicidade se faz um fim em si mesma, é importante reafirmar que o casamento foi ideia de Deus, desde o início, e Ele o criou para cumprir os seus propósitos, que podem ser resumidos da seguinte maneira:

 

Oferecer glória a Deus. Não há nada cristão que não se destine a glorificar a Deus. Na verdade, o casamento é uma instituição social da qual evoluíram todas outras estruturas sociais. É importante apreciar a missão do casamento como um meio para honrar a Deus e oferecer louvores ao seu nome [...].Propiciar companhia para o outro. Um dos propósitos fundamentais do casamento é a companhia [...] (Gn 2.18; Sl 68.8).Servir, um ao outro. Não somente não era bom que o homem estivesse só, mas ele precisava de uma auxiliar. A intenção do casamento é criar companheiros que satisfaçam as necessidades, um do outro. Cada cônjuge tem necessidades que Deus deseja que sejam satisfeitas no casamento [...].Procriar uma descendência devota. A função de procriação estava no centro do propósito de Deus, quando criou o primeiro homem e a primeira mulher. Ele lhes ordenou que fossem frutíferos que se multiplicassem e povoassem a terra — algo que nós fizemos muito bem. Mas a missão bíblica de ter filhos vai além do ato físico de ter bebês. Ela pede que as crianças tenham uma criação devota, e o casamento cristão cria a atmosfera ideal, amorosa e carinhosa, para se fazer isso.

 

Criar a unidade básica de trabalho e serviço. Os casais cristãos devem servir a Deus juntos, criar filhos devotos, manter a casa e servir na igreja e na comunidade [...]” (ADEI, S. Seja o líder que sua família precisa. 1 ed., RJ: CPAD, 2009, pp.108-09).Primeiro, quando Deus criou a família, Ele o fez em um ambiente perfeito: o Éden. A família não foi criada em meio a um ambiente de conflitos, guerras e desgraças, ou de doenças e falta de recursos para provisão. O plano divino era que Adão e Eva pudessem frutificar perto da presença de Deus, e não distante dEle.Segundo, homem e mulher se complementam. Ambos foram criados com peculiaridades próprias que, quando estão unidos, suprem suas necessidades de afeto, reconhecimento e companhia. Essa complementação foi planejada pelo próprio Deus, por ocasião da criação do casal.

 

Terceiro aspecto: o lar é um ambiente de proteção e provisão.

 

Apesar de o mundo desprezar essa prerrogativa, fazendo com que pais abandonem suas esposas e seus filhos, deixando-os à sua própria sorte, o homem foi vocacionado por Deus para ser o provedor da família, e a mulher, para ser a rainha do lar.Isso não significa que a mulher não possa abraçar uma profissão e ajudar no sustento do lar, mas, sim, que essa segunda vocação, se for escolhida, precisa ser muito bem administrada para não gerar insatisfação ou desestruturar a família.

 

Quarto aspecto: há um interesse espiritual tanto na preservação da família quando na desestruturação dela. Nosso lar é um campo de batalha onde o Espírito de Deus luta contra Satanás, e nós precisamos ter consciência de que podemos glorificar a Deus com a nossa família. Isso ocorre quando apresentamos a fé cristã aos nossos filhos, quando oramos com eles e por eles, quando damos a eles o exemplo correto de paternidade e maternidade, quando tratamos bem o nosso cônjuge e quando oferecemos um exemplo correto e bíblico de adoração ao Senhor. Por não entenderem essa realidade muitos pais veem seus filhos se afastando de Deus e cedendo espaço para o Inimigo.

Quinto aspecto: é possível ensinar à família a ser submissa a Deus e a resistir ao Diabo.

 

Ninguém consegue vencer o Diabo sem antes ser submisso a Deus e à Sua Palavra, e não há atalhos para essa vitória. Uma pessoa que resiste aos mandamentos divinos ou os despreza é alvo fácil das ciladas malignas, e isso pode ser ainda mais sério na família do cristão.É um mito imaginar que seremos vitoriosos quando resistirmos aos ataques do Inimigo se não tivermos o menor interesse de, antes, sermos submissos a Deus e à Sua Palavra.FONTE MAURICIOBERWALD.COMUNIDADES.COM